Marketing do Vitória planeja construção de Camarote e novo plano de sócios!


Camarote Manoel Barradas

 

MATÉRIA ORIGINAL RETIRADA DO CORREIO DA BAHIA!

Barradão ganhará camarotes entre o gramado e a arquibancada

Além de propiciar modernidade, o espaço vai solucionar um atual problema estético do Barradão, que ficou com uma extensa camada de areia após a troca e relocação do gramado

Antigo, sem conforto, incapaz de atrair o público mais exigente: o Barradão caminha para deixar este presente pra trás. Em fase de elaboração, o estudo de viabilidade para a implantação de camarotes ao redor do gramado ficará pronto em 40 dias.

O CORREIO fez uma projeção visual de como ficariam os futuros camarotes do Barradão. A ideia da diretoria rubro-negra é fazer algo semelhante à Vila Belmiro, estádio do Santos (Foto: Fotomontagem em fotos/CORREIO e Divulgação)

Inspirado no espaço feito pelo Santos na Vila Belmiro, a obra tende a custar entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões e tem possibilidade de ser realizada ainda neste ano, a depender da obtenção de verbas e da aceitação da torcida.

O plano é que o projeto tenha um total de 40 camarotes e possa atender até 1,2 mil pessoas – atualmente o único camarote do Barradão, localizado acima das cadeiras, atende apenas 60 pessoas e será ampliado para receber 300.

“A ideia surgiu da necessidade de prover o Barradão de alguns espaços que nos permitam fazer algumas ações com empresas, patrocinadores e também atingir um público que não frequenta o nosso estádio devido ao alto nível de exigência. Não dá pra aceitar o Barradão do jeito que está. Não dá pra adiar isso”, defende o diretor de marketing do Leão, Ricardo David.

Além de propiciar modernidade, o espaço vai solucionar um atual problema estético do Barradão, que ficou com uma extensa camada de areia após a troca e relocação do gramado no início do ano passado. A ideia inicial, de cobrir o local com grama sintética, não saiu do papel pelo custo considerado alto: R$ 400 mil.

“Só pra melhorar a estética, não valia a pena. Considerando que não vamos ter que fazer fundação, já que não tem nenhuma carga em cima do local. É cobrir aquela área com piso. Teríamos esse vidro de alto impacto para aguentar as boladas. É um material importado, já procuramos saber. O resto é alvenaria e acabamento”, explica Ricardo David, engenheiro eletricista de formação, que pretende cobrar um valor bem inferior em relação aos R$ 140 do Lounge Premium da Fonte Nova.

Caso a obra seja realizada antes do fim da Série B, o Vitória teria que jogar na Fonte Nova ou em Pituaçu, onde tem treinado com frequência.

Nova casa
O clube chegou a conversar com a Arena, mas a proposta não agradou. “Eu não consigo fazer essa obra com o time jogando. O torcedor também tem uma certa resistência em jogar na Fonte. Tudo depende também dos recursos e da ideia ganhar força”, comenta Ricardo David. Uma das fontes de receita  seria o patrocínio da Caixa, que está para ser renovado e, coma a confirmação, vai render R$ 6 milhões.

Além da instalação dos camarotes, o Vitória mira, de imediato, reformas nas cantinas e banheiros, problemas crônicos nos jogos com público superior a 10 mil pessoas. O que vai ficar só no campo da ideia será a cobertura do estádio, com orçamentos entre R$ 6 milhões e R$ 15 milhões.

“Nós não temos um estádio com uma arquitetura que propicia a implantação de cobertura. Teríamos que adaptar várias tecnologias. Não será possível nos próximos dois anos”, avalia David.

Novo SMV será lançado em setembro e terá plano de R$ 10

Com a meta de atingir 20 mil sócios até o fim de 2016, o Vitória vai lançar o novo Sou Mais Vitória no início de setembro. Com atuais 4 mil sócios ativos, o clube aposta em algumas novidades para atingir o torcedor rubro-negro em massa. Uma delas será apresentar categorias específicas para crianças, mulheres e idosos.

Mais do que aumentar o número de sócios, o marketing quer os rubro-negros mais integrados ao clube. As mulheres, por exemplo, vão concorrer a clínica de estética em dias de jogos, com serviços de salão de beleza. Já para o público adolescente, ações como jogar videogame com os jogadores na concentração. “Será uma renovação que o objetivo não é mudar nome e valores, mas sim mudar filosofia. Ao torcedor que quiser acessar o universo interno do clube, a chave chama-se ‘sócio’”, argumenta o diretor de marketing do Vitória, Ricardo David.

Outra aposta será o plano de sócio no valor de R$ 10, medida que fez o Palmeiras crescer assustadoramente seu programa de associados neste ano – após a inauguração da Allianz Parque, o time paulista saltou de 32 mil sócios no final de 2014 para atuais 129 mil.

Sem direito a voto e ingresso, no Vitória este associado terá acesso ao clube de vantagens, com promoções em farmácias, supermercados, entre outras empresas parceiras do clube.

A expectativa de sucesso do novo SMV também passa pelo encerramento de uma prática antiga na Toca do Leão: fornecer ingressos às torcidas organizadas. “Acabamos completamente com esses ingressos cedidos. Só contemplamos parceiros e patrocinadores, que pagam por isso. Foi uma transição. Primeiro reduzimos drasticamente os ingressos, agora eles têm uma cota pequena de preço subsidiado”, explica Ricardo. São cerca de 300 ingressos para Os Imbatíveis no valor de R$ 8, menor que o espaço rubro-negro-10, lançado pelo clube e que vai estrear contra o CRB, na sexta.

Vitória e Caixa retomam negociações


NO BARRADÃO

O que parecia ter um destino negativo, ganha novos contornos, pelo menos é o que garante o Correio da Bahia, de acordo com o mesmo, o rubro negro já reiniciou as negociações com a Caixa econômica federal, o fato teria sido confirmado pelo presidente Alexi Portela Junior.

Como sempre os valores não foram revelados, mas de acordo com as especulações antigas, o banco pagaria R$ 6 milhões anuais para ter direito a estampar a sua marca n parte principal da camisa do Leão, além de backdrops e publicidades na toca do Leão e Barradão tornando-se o patrocinador máster, as mesma especulações informam que Vitória e OAS, atual máster já teriam deixado acertado a possibilidade de outra marca vim a ser detentora do espaço que é da atual construtora quando fizeram a renovação do contrato recentemente.

Existe também uma reivindicação  do reconhecimento pela luta para que os canais de negociações fossem retomadas pelo Secretario para o desenvolvimento do turismo, Fábio Motta.

O que esperar do Vitória em 2013? Barradão x Fonte Nova, planejamento x pés no chão , Títulos x rebaixamento, marketing x patrocínio.


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Bom queridos esperei passar um pouco a euforia do acesso e a decepção pelo título que não veio para poder falar do 2013 do Leão, é claro que muitas coisas  ainda são frutos de especulações, mas com a experiência obtida nos anos anteriores e analisando alguns acontecimentos, já podemos mais ou menos dizer quem será o rubro negro na próxima temporada.

Barradão x Fonte Nova 

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Fui o primeiro a falar do assunto quando em 2009 escrevi um texto sobre o assunto, mas neste momento em meio a tantas opiniões resolvi ficar um pouco em stand by para só agora me posicionar com respeito ao assunto. O MSMV e a felina Jéssica que escreveu um texto sobre o assunto aqui, foram contundentes e apenas ratificaram aquilo que eu já tinha afirmado nos 3 textos anteriores que escrevi a respeito.

Quero me prender apenas ao fato de que não me incomodo dos tais jogos experimentais, mas fico chateado em não saber o que foi proposto pelo consorcio ao clube, disse anteriormente que reformar o Barradão não se trata apenas de vaidade, está muito longe disso, alguém aqui já se perguntou porque mesmo com tantos estádios públicos sendo construídos  e reformados porque Grêmio, Corinthians,  Atlético PR, Sport Palmeiras e até o Botafogo que herdou o Engenhão  se empenham em construir as suas Arenas? Isso vai muito além de uma simples identidade no sentido de colocar escudos ou cores por todo o ambiente, vai na questão financeira e benefícios extras que o clube poderá ter e o pior de tudo é que existe um projeto de transformar o Barradão em uma Arena e posso garantir isso a vocês e afirmo que o mesmo se encontra engavetado, não sei porque a diretoria esconde e a imprensa não questiona, mas sei que isso não é o melhor para o clube.

Planejamento x Pés no chão

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Gomes, Léo Gago, Rafael Moura, e Alecsandro estes foram alguns dos nomes ventilados para vestir o manto em 2013, todos jogadores com uma certa qualidade comprovada, com um mercado amplo e com salários razoavelmente altos, mas  não é nisso que quero me prender, não estou aqui aprovando ou reprovando qualquer um destes que venham a ser contratados, mas a questão de que novamente alguns destes podem não vim pela questão de que o clube quer que o dono do passe pague metade do salário, isso precisa terminar a diretoria precisa entender que é preciso montar um time forte e a torcida bancará o elenco, isso se comprovou nas arquibancadas e nas vendas recordes do clube em 2012, nunca o Vitória vendeu tantas camisas e produtos oficiais em sua história, portanto planeje bem o elenco e contrate quem tiver de contratar que garanto que  as filiações ao SMV triplicarão e que as arquibancadas do Barradão ou da Fonte Nova viverão cheias para acompanhar o time.

Agora ainda falando em planejamento, entre pagar R$ 365 mil de salario a Gomes, acredito que poderíamos pagar este valor a um camisa 10 excepcional, que há muito falta em nosso elenco e R$ 500 mil a Alecsandro é outro absurdo que se gaste este valor com dois atacantes de boa qualidade é só pensar que Barcos não ganha isso, este poderia ser um investimento no bom atleta Diego Tardelli que demonstrou insatisfação no exterior e Léo Gago é um ótimo volante acrescentaria em muito ao meio campo leonino, ainda nesta onda, não é admissível perder entre os poucos jogadores desejados, Willian para a Ponte Preta e mesmo que eu só desejasse a permanência do atacante e de Victor Ramos, perder Deola e Pedro Ken por falta de coragem em investir nos atletas também demonstra uma falta de planejamento inaceitável para um clube do porte do Vitória e que estará disputando competições importantes e a série A em 2013.

Títulos X Rebaixamento

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2 anos sem levantar um caneco no profissional e um incomodo tremendo já que nos acostumamos com as conquistas nas ultimas duas décadas e a conquista do Hexa campeonato para ratificar a fama de melhor do Nordeste é importantíssima, voltar a ganhar o baiano e retomar a hegemonia estadual, após dois revés também não pode deixar de estar na pauta do Leão, estas duas competições se apresentam como obrigações do rubro negro, já a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro se apresentam como reflexo do primeiro semestre um bom planejamento a formação de um bom elenco pode dar a chance de continuar com as boas campanhas na Copa do Brasil que o time tem feito nos últimos anos e quem sabe culminar no título que é claro ficou mais complicado com a intervenção do Corinthians(André Sanches) junto a CBF mas que continua sendo possível e principalmente fazer um campeonato brasileiro sem a expectativa  de rebaixamento, brigar por libertadores é complicado, por título eu diria que é impossível mas a meta é ficar entre os 10 primeiro da competição, garantindo a Sul-americana e almejando sempre uma sorte melhor no chamado G-4, mas tudo isso tem inicio na apresentação do clube, não dará para mudar no decorrer do ano.

Marketing x patrocínio

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O Vitória teve o exemplo este ano de que o marketing é importante, foram 5 premiações importantes, sendo duas internacionais e o clube sendo falado no mundo inteiro através da campanha meu sangue é rubro-negro, portanto investir na marca e em campanhas é importante e tem que cada vez mais entrar num âmbito profissional dentro do clube, da mesma forma os contratos de patrocínios precisam ser melhor avaliados, ainda mais com a promoção a série A e o ganho de exposição, tudo indica que a OAS perderá o posto de máster para a CAIXA e o Leão ficará com dois patrocinadores forte em termos de investimentos, o que é muito bom, ainda terá os secundários TIM e HABIBS e a continuidade com a PÊNALTY.

Existe um salto grande em arrecadação com o acesso para a série A e este é um momento importante para aliar gestão, contratações, divisão de base, marketing, patrocínios, sócio torcedores e tudo que envolve o clube, por isso Alexi Portela, Carlos Falcão, Raimundo Queiroz e Caio Junior a quem foi dado todo o poder de contratações para montar o elenco, tem a obrigação de contratar com critério e montar um time competitivo e o restante pode deixar por conta da apaixonada torcida que está fará a sua parte.

SRN

Entrevista com Adilson Baptista diretor de marketing do Vitória


por Maurício Naiberg(retirado do site Bahia Notícias)
Bahia Notícias: Quando você assumiu o marketing do clube, qual a situação que encontrou, já que não havia tanto investimento da diretoria neste setor?
Adílson Baptista: Na realidade, podemos dividir em duas etapas. A primeira quando cheguei e André Curvello estava aqui. André deu uma cara nova ao marketing e começamos a trabalhar para arrumar a casa e isso, junto com André, conseguimos montar o mínimo de equipe que temos hoje. Aí começamos a trabalhar a parte de comunicação, que era mais precária quando chegamos. Esse era um desejo tanto de Carlos Falcão, quanto de André. O objetivo era melhorar a comunicação com o torcedor. Então, tiramos o site do ar, que não era bom, colocamos as redes sociais, que nunca tinham existido. Voltamos com o site novo, melhoramos o programa Sou Mais Vitória na TV, depois engatamos o jornal, e agora a revista. Acho que agora chegamos em um ponto legal de interatividade e informação com o torcedor. E depois só fizemos melhorar. Fizemos a loja, o memorial, o novo placar e assim por diante. Começamos a fazer mais coisas. Eu dividiria nessas duas etapas: a arrumação que fizemos com André e depois a continuidade de trabalho e aí sim, deslanchando com a campanha Meu Sangue é Rubro-Negro e tudo que inauguramos esse ano.
BN: Hoje, como está o departamento de marketing do Vitória?
AB: Acho que estamos com um estrutura boa. Podemos melhorar? Podemos. Mas a diretoria tem a visão que quanto mais crescermos, mais estrutura teremos. Vamos começar a crescer, melhorar a parte de sócios, que é o nosso maior desejo, e quanto mais isso for crescendo, mais estrutura teremos.
BN: Alguns clubes trabalham com empresas de publicidade e o Vitória tem a estrutura interna. Qual a diferença? 
AB: Podemos trabalhar com as duas coisas. Ter as pessoas que controlam o marketing e as informações que chegam ao clube é importante. Você ter lá fora empresas que captam patrocínios, novos investimentos e ideias, é interessante. Temos alguns parceiros que fazem isso. A Megasports é uma delas, que fez uma parceria no placar eletrônico. A própria Guri. Temos também uma parceira de internet. Temos empresas que trabalham fora. Mas o controle de tudo isso fica aqui com a gente. Essa é a melhor forma de trabalhar. É bom ter um parceiro ideal para cada coisa. Nunca vamos encontrar um parceiro que saiba fazer tudo. Não sou um cara de internet, de redes sociais. Tenho uma empresa, parceira nossa, que nos ajuda. Não tenho tempo de sair correndo atrás de tudo, mas sempre conversamos com parceiros que fazem isso.
BN: Você aceitou o desafio em um momento complicado do clube, já que o rubro-negro está na segunda divisão. Quais as dificuldades por não disputar a elite do futebol brasileiro?
AB: Existe mesmo. É bem complicado. Cheguei aqui e nós perdemos o Campeonato Baiano para o Bahia de Feira. Até tentamos algumas ações no ano passado, mas não tivemos sucesso no acesso. Neste ano perdemos o Campeonato Baiano, mas a estrutura está bem melhor. Acho que o time estava andando bem, a torcida gostava de todo o planejamento que a diretoria tinha montado. Isso foi muito melhor para gente. Estar na Série B complica a parte de patrocínios. Estando na Série A você tem um acesso nacional maior e hoje, todos que investem em futebol são marcas nacionais. Eles querem ver o time que veste suas marcas jogando contra outros grandes clubes. Isso complica um pouco. O cara pensa: “Não é o jogo que passa na Globo. Quando passa é no sábado e local”. Acho que se conseguimos realizar tudo isso que realizamos na Série B, vejo grandes perspectivas com o Vitória na Série A.
BN: Captar patrocínios para um clube do Nordeste é complicado mesmo? Já sente na pele isso?
AB: Não por ser um clube nordestino, mas por estar na região Nordeste. As pessoas enxergam que o Vitória é um grande clube, com uma grande torcida. Lógico que os investimentos no Nordeste nunca serão iguais aos investimentos que são feitos no eixo Sul-Sudeste. Mesmo uma empresa como a TIM, por exemplo, ou Ambev, que são nossos patrocinadores, que são empresas nacionais, você vê que a diferença de investimentos deles entre clubes do Sul-Sudeste e Nordeste é grande. Não por ser Vitória, e sim por estar em uma região que seu potencial de venda não é tão grande quanto o Sul-Sudeste. Isso faz sentindo.
BN: Vivendo um ótimo momento na temporada, essa é a hora de resgatar o sentimento do torcedor do Vitória em relação ao clube, já que a torcida ficou ferida com esses dois últimos anos na segunda divisão?
AB: Isso já está sendo feito. Você vê que a autoestima da torcida melhorou muito. Estamos trabalhando bastante que essa ligação da torcida com o clube melhore. Essa campanha do sangue foi um canal interessante disso. A torcida ficou feliz em ver o seu clube fazendo uma campanha que foi de âmbito nacional e internacional, com participação dele. Isso faz uma ligação maior entre clube e torcida. Tudo isso melhora, porque não tem empecilho. Todo mundo está pensando em coisas boas. A torcida vem para o estádio, o time na primeira posição, e agora são só coisas boas. O que precisamos fazer é fomentar isso com campanhas, promoções, mexendo com o torcedor o tempo inteiro. Agora, principalmente, fazer com que esse torcedor que está feliz, se transforme em um sócio. Nosso objetivo é fazer com que o clube cresça tendo uma parte de sócios forte, como é o Internacional, o Grêmio e outros clubes no país. Esse é o nosso momento de chamar a torcida para se aproximar ainda mais do clube.
Bahia Notícias: E a campanha da doação de sangue? Imaginou que seria tanto sucesso?
Adílson Baptista: Imaginei. Quando vi a proposta em janeiro sabia que teria uma repercussão nacional. Isso eu tinha certeza, mas a repercussão internacional, realmente, foi uma surpresa. Nunca imaginei que uma BBC, de Londres, iria falar isso em televisão, depois jogar no site, depois uma Agência Reuters mandar essa informação para todo o mundo. Todos noticiaram isso. Realmente isso é uma surpresa grande. Mas a parte nacional, só em o Vitória ter tirado o vermelho da camisa, já seria notícia grande, provando que somos respeitados nacionalmente. Passamos a ser notícia, mesmo em uma Série B, só por ter tirado a cor do uniforme.
Bahia Notícias: Quais os planos hoje para o Sou Mais Vitória, plano de sócio do clube? Alguma novidade está por vir?
Adílson Baptista: Sei que a torcida fica ansiosa com isso, mas temos que planejar muito antes. Colocar coisas novas para todo mundo. Estamos fazendo toda a base para que isso cresça, mas para isso preciso de sistema, estrutura, e algumas coisas para quando eu lançar uma coisa nova, e ter o respaldo da torcida, tenho que conseguir atender todo mundo. Uma das coisas que estamos fazendo são as promoções visando o sócio, como aconteceu com a camisa da campanha Meu Sangue é Rubro-Negro, que só os sócios compraram na primeira semana. Sempre será assim. Vamos sempre priorizar os sócios. Sempre que tiver algo, que não possa atender toda a torcida, vamos priorizar os sócios. Isso estamos fazendo ponto a ponto. Acredito que ainda esse ano vamos colocar algumas novidades no Sou Mais Vitória. Vamos apresentar esse ano ainda um pacote novo para o Sou Mais Vitória. Não sei dizer a data, porque temos parceiros que estão chegando e algumas coisas que vamos montar.
Bahia Notícias: Muitos torcedores reclamam dos serviços do Habib´s, por exemplo, e sentem saudades dos churrasquinhos e das baianas. Como está esse problema? Já foi resolvido? Estão satisfeitos?
Adílson Baptista: Veja bem. É um patrocinador nosso, que vai ficar ainda por um bom tempo com a gente, pois o contrato deles é grande. Temos trabalhado junto com eles. Pedimos que mudassem um pouco o cardápio e eles já estão trabalhando. Tivemos uma reunião com eles na última semana para falar sobre isso. Eles sabem que a torcida tem uma bronca disso. Eles estão afim de trabalhar. É melhorar o cardápio, trazer coisas novas.
Bahia Notícias: E a Penalty? Todos os problemas foram sanados com ela?
Adílson Baptista: Eu diria que muita coisa foi sanada, mas temos que melhorar ainda mais. A Penalty nos ajudou muito na campanha Meu Sangue é Rubro-Negro, aliás, a ideia veio de lá, eles investiram na campanha, e trabalhamos em conjunto nisso. Eles colocaram uma agência de propaganda à nossa disposição para que isso funcionasse da melhor forma. Ainda temos algumas coisas e estamos com eles para aprovar o enxoval 2013. Eles querem acelerar ao máximo para que 2013 sejam sanados todos os problemas. Já apontamos algumas falhas, principalmente na área comercial. O pessoal reclamou que nas lojas faltavam produtos. Eles estão correndo para que ano que não não haja esse problema.
Bahia Notícias: Sei que você tem muitos projetos, mas, em breve, o que a torcida terá de novidades em relação ao marketing?
Adílson Baptista: A maior novidade que estamos trabalhando agora é o Sou Mais Vitória. Queremos apresentar ao torcedor um plano de sócio que o torcedor queira ser sócio sempre. Esse é o novo desejo e maior projeto que estamos montando. Esse projeto ficou pendente no ano passado. Esse ano ainda vamos colocar no ar. A terceira camisa é uma coisa que fazemos todo ano. Vamos lançar agora em setembro e tem a loja do Vitória dentro da Loja Centauro.
Bahia Notícias: Muitos clubes brasileiros usam da imagem de alguns jogadores mais famosos para captar recursos. Vocês já pensaram nisso? Trazer um medalhão para vestir a camisa rubro-negra.
Adílson Baptista: Conversamos um pouco. Ter um ídolo forte dentro do clube e tem algum tempo que não temos isso. Conversando hoje com a diretoria de futebol, o que mais ouço é que o importante é subir e, quem sabe, ser campeão. Se o objetivo for alcançado, vamos trabalhar com coisas novas. Acho muito legal esse estilo de você ter um jogador com uma imagem forte. Mas isso tem que ser bem pensando. A área de futebol tem que pensar muito. Tem que saber se o jogador está bem e como a Europa está em uma crise, acho que isso pode acontecer. Para nós, do marketing seria muito bom.