SAIBA PORQUE NÃO IR PARA ARENA FONTE NOVA!


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As discussões em deixar o Barradão rumo ao modernismo da Arena Fonte Nova ficaram cada vez mais acentuados nas ultimas semana e fazendo um comparativo do que está ocorrendo em Minas que é bem semelhante aqui na Bahia, entendemos o porque que o Vitória não deve aceitar o atual contrato com  o consorcio e deixar de mandar seus jogos no Barradão. Quero lembrar que ainda existem benefícios  em Minas que não temos direito aqui lá o contrato prevê arrecadação referente à venda de ingressos e no estacionamento do estádio, além de ter um bar temático e um museu no local. Aqui existe apenas a arrecadação mediante a venda de ingressos e mesmo assim, o prejuízo frente a possibilidade de arrecadação por aqueles que vão explorar a arena em Minas é muito grande, imagine aqui em Salvador.

 

VEJA A CARTA DO PRESIDENTE ALEXANDRE KALIL DO ATLÉTICO MINEIRO E AS MEDIDAS QUE ELE ESTÁ TOMANDO PARA MODIFICAR ESTA REALIDADE:
Depois de recusar proposta para o Atlético-MG atuar no Mineirão, que será reaberto em 3 de fevereiro, no clássico com o rival Cruzeiro, o presidente Alexandre Kalil disse que levará ao governador de Minas, Antonio Anastasia, o contrato oferecido pelo consórcio Minas Arena, que administra o estádio da Pampulha.

Em entrevista a Rádio Itatiaia, o dirigente atleticano voltou a atacar a proposta apresentada pela Minas Arena. Segundo Kalil, o contrato apresentado pela concessionária é “imoral” e levará o futebol mineiro à “falência”.

“O Mineirão não é dos mineiros. O Atlético e o Cruzeiro são dos mineiros. O Mineirão é de uma empresa privada que quer liquidar o futebol mineiro. A brincadeira é algo em torno de três bilhões de reais, e eu estou dizendo aqui porque estudamos os números. Estamos marcados com o governador para ver o horror que é o contrato que estão oferecendo no Mineirão”, observou o presidente atleticano.

O Cruzeiro assinou, no final de 2012, contrato com a Minas Arena para os próximos 25 anos. Pelo acordo, o clube celeste terá participação na arrecadação referente à venda de ingressos e no estacionamento do estádio, além de ter um bar temático e um museu no local.

Alexandre Kalil disse que tentará mudar o contrato proposto pela Minas Arena com ajuda do governo de Minas. “A torcida do Cruzeiro pode ficar tranquila porque esse contrato pífio que foi feito com o Cruzeiro vai ser modificado também, porque é obrigado, se fizer o do Atlético, fazer o do Cruzeiro”, observou.

O presidente atleticano pregou a união com o rival para que o contrato do Cruzeiro. “Não é Atlético contra Cruzeiro. Cabe ao Cruzeiro entender isso. É Atlético e Cruzeiro, que são patrimônio do povo mineiro contra uma empresa privada. Esse é o embate. O Atlético abraçar o Cruzeiro contra uma empresa privada”, disse.

“Vamos ser liquidados pela imoralidade que estão tentando fazer no futebol mineiro. Isso são números, eu não vou divulgar antes por questão de lealdade e amizade com o governador. Já estou marcado com ele, vou levar os números, que são absurdos”, acrescentou Kalil.

O Atlético já definiu que irá mandar seus jogos da fase de grupos da Libertadores no estádio Independência, onde tem um acordo de exploração comercial assinado com a BWA, empresa que explora o estádio.

“Estão fazendo essa celeuma com o objetivo único de levar o Atlético, na marra, para o Mineirão. O que eu quero dizer para a torcida mineira é que do jeito que está não vai ficar, nem para o Atlético, nem para o Cruzeiro. O que está hoje é um desastre para o futebol mineiro. No edital diz isonomia, o que for feito pelo Atlético será feito para o Cruzeiro e vice-versa”, ressaltou o presidente do Atlético.

[OPINIÃO] Uma avenida só não faz Barradão


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Retirado do site Leão da Barra

publicada por Mário Pinho em 18.12.2012 às 15:35

O anúncio feito pelo Secretario Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Fábio Mota, quanto ao repasse dos recursos para a construção da Avenida Barradão, fez bater novamente o sentimento de esperança do torcedor rubro-negro em ver o Leão continuar atuando em seu Santuário com mais facilidade. Mas as coisas precisam ser mais bem explicadas.

A primeira verdade é que Fábio Mota, conselheiro e candidato declarado à presidência do Vitória, utilizou-se do fato da Toca do Leão ter sido selecionada como centro de treinamento de seleções da Copa de 2014 para agilizar a verba que viabiliza a construção da via expressa ligando a Avenida Paralela ao Barradão.

É aí que mora outra verdade; a tendência brasileira é a modernização dos palcos futebolísticos, tanto públicos quanto privados. Ou seja, só a facilitação no acesso não dá ao Vitória um novo estádio e, consequentemente, a certeza da desistência da Fonte Nova como novo mando de campo.

Com um contrato assinado para quatro jogos na nova arena, a diretoria rubro-negra se comporta como um homem casado que se arrisca a marcar um encontro com outra mulher – mais nova e mais bonita. Diante da acomodação de parte da torcida que, com toda certeza, se satisfará com a estrutura da Fonte Nova, será difícil não deixar a tentação falar mais alto.

Em seu twitter Fábio Mota critica frequentemente a inércia na busca de investidores para a modernização do Manoel Barradas. A postura de Mota é semelhante a do ex-presidente Paulo Carneiro, que de quando em quando relembra, também por meio das suas redes sociais, fotos e vídeos do projeto da Arena Multiuso, promessa d’um equipamento às margens da Paralela.

Contudo, no Barradão esse assunto não é comentado. A área atual pertencente ao Vitória permite a construção de uma moderna arena, de um magnífico centro de treinamento a até mesmo de um ginásio poliesportivo. Um convênio até já foi assinado com o governo do Estado, em 2009, que tornou real a execução desses projetos, mas até hoje nenhum sinal de obras. Segundo um conhecido site local, o governo prometeu, mas não tem como pagar.

Mais uma verdade nessa história, e talvez a mais animadora, é que os aproximados 4 km de distância entre a Paralela e o Barradão são cercados de prédios residenciais e construções irregulares, marginais a vias de pequeno porte. Ou seja, a construção da tão sonhada Avenida Barradão sem dúvidas acabará com a maior crítica ao estádio, que é o acesso, e contemplará a indiscutível maioria dos torcedores que não aceitam sequer especulações quanto ao abandono do chamado “Santuário”.

Por fim, e mais do que importante, é preciso que se faça barulho na Toca. A via-expressa é de suma importância, mas o Barradão não pode continuar do jeito que está. A eleição está chegando e o equipamento não pode deixar de ser uma prioridade para a próxima gestão. Manter o atraso do estádio é atrasar o próprio clube e disso os times nordestinos não precisam mais.

E cá para nós, mais vale a pena conservar a mulher amada ao se aventurar em uma “pagou, pegou”, não é mesmo?