Vitória na fase final da Copa Nike, e garotos da base brilham na seleção


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O Santos, às 15h30 desta sexta-feira (18), no campo 2, será o primeiro adversário do Vitória na fase final da etapa nacional do Manchester United Premier Cup (Copa Nike Sub-17), em Araraquara (SP). O campeão desta fase estará automaticamente classificado para a fase internacional e, consequentemente, a disputa do título em Manchester, na Inglaterra.

 

Vitória chegou às finais ao vencer o Cruzeiro (MG) nos pênaltis. O time rubro-negro já ganhou por duas vezes a fase nacional e uma vez foi campeão mundial da competição.

Na quinta-feira, o rubro-negro disputou dois jogos de 40 minutos cada, divididos em dois tempos de 20 minutos. Primeiro, pela manhã, derrotou o Fluminense (RJ) por 2 x 0 e passou às semifinais com um triunfo e dois empates e cinco pontos ganhos.

 

À tarde, o time comandado por Adolfo Teles, travou um emocionante duelo com o Cruzeiro (MG). Saiu na frente do placar com um gol de Lucas, que substituiu o artilheiro Matheus João (contundiu a virilha no jogo da manhã) e cedeu o empate.

 

Quando o jogo estava 1 a 0, o Vitória desperdiçou um pênalti, e o resultado final foi 1 a 1 o que forçou a decisão da vaga na cobrança de tiro livre da marca do pênalti.

O goleiro rubro-negro Kaick pegou dois, e o Vitória desperdiçou somente um. Resultado: 4 a 2 e a classificação.

O Vitória iniciou a sua participação, quarta-feira, em Araraquara (SP), com dois empates.  No primeiro jogo do dia, às 9 horas, contra o Botafogo (RJ),  empatou em 1 a 1.

 

No segundo jogo, a equipe rubro-negra não conseguiu marcar e diante do São Paulo ocorreu o empate de 0 a 0.

 

Tabela  da Fase Final

 

Sexta-feira (18)

15h30 VITÓRIA X SANTOS x

16h30 INTERNACIONAL x GRÊMIO

Sábado (19)

9h    GRÊMIO x SANTOS

10h   VITÓRIA x INTERNACIONAL

15h   SANTOS x INTERNACIONAL

15h   VITÓRIA  x GRÊMIO

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Os garotos rubro-negros continuam brilhando na Europa com a seleção sub-17 do Brasil. Depois da conquistar o Torneio de Banyoles, na Espanha, os atacantes Yan e Eronildo estão se destacando agora na Copa Internacional do Mediterrâneo, na Espanha.

Nesta quinta-feira, a seleção garantiu sua classificação para as oitavas-de-final em primeiro lugar graças as duas goleadas com marca rubro-negra.

No primeiro jogo do dia, o Brasil goleou o CE Cristinenc, da Espanha, por 7 a 0. Eronildo marcou dois gols e Yan um.

No segundo jogo,  a seleção aplicou o incrível 18 a 0 no Amman Baccalaureate SC, da Jordânia, sendo o maior placar da competição até o momento.

E mais uma vez os garotos rubro-negros balançaram as redes: desta feita, Yan marcou quatro vezes e Eronildo três.

 

 

O Brasil fará mais dois jogos nesta sexta-feira. O primeiro será às 10 horas (5 horas de Brasília) e o segundo às 18 horas (13 horas de Brasília). Os adversários neste triangular serão o Nueva Vanguardia e o Vic Riuprimer Refo, respectivamente.

COPA NIKE: Vitória ganha do Fluminense e chega a semifinal


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O sub-15 do Vitória classificou-se em primeiro lugar na fase nacional da Copa Nike ao vencer o Fluminense do Rio, por 2 x 0, nesta quinta-feira, pela manhã.
Matheus João marcou os dois gols do triunfo rubro-negro, aos 3 e 7 minutos do primeiro tempo. O Vitória deve enfrentar pegar o Inter RS ou o Cruzeiro MG na semifinal. O jogo será na tarde desta quinta-feira.
A equipe atuou com: Kaick; Igor, Gabriel, Jorge e Pablo; Carlos, Francisco, Marcelo e Gabriel (Coelho); Poto (Carlos) e Matheus João (Lucas);
O Vitória iniciou a sua participação, quarta-feira, em Araraquara (SP), com dois empates.  No primeiro jogo do dia, às 9 horas, contra o Botafogo (RJ),  empatou em 1 a 1.
No segundo jogo, a equipe rubro-negra não conseguiu marcar e diante do São Paulo ocorreu o empate de 0 a 0.

Aos 14, Iniesta foi ignorado por marcador do Vitória


“Antes do jogo, eu cheguei para o Leandro Bonfim, que era o nosso camisa 10, e falei para ele marcar o 4, porque ele concentrava todo o jogo deles. O Leandro disse: ‘professor: ele que é o volante, ele que tem que me marcar.'”

Em 1999, lembra o técnico do Vitória sub-15 na época, Mário Morais, Leandro Bonfim, então com 15 anos, era um garoto tratado como fenômeno, candidato a astro da seleção brasileira no futuro.

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O tal do camisa 4, relembra o treinador, era um menino pequenininho, franzino, “que não passaria em nenhuma peneira no Brasil por causa do corpinho”, mas que carregava a braçadeira de capitão do Barcelona. “A gente só o conhecia como Andrés”.

Os conselhos de Morais de nada adiantaram. Leandro Bonfim não se preocupou em marcar o camisa 4 e nem conseguiu criar as jogadas que o Vitória tanto precisava.

Já o menino de 14 anos, que só dois anos antes havia derrubado um mar de lágrimas por saudade dos pais ao chegar ao aclamado CT da base do Barcelona vindo de Fuentealbilla, uma vila de 2.000 habitantes perto de Albacete, acabou com a equipe baiana.

Foi Andrés que partiu do meio de campo, tabelou, driblou dois adversários e deu o passe para o primeiro gol do Barcelona no 2 a 0 sobre o Vitória, que classificou os catalães para a final da Nike Premier Cup sub-15, na Espanha.

Na decisão, outra atuação de protagonista. Marcou no último minuto o gol que deu o título ao Barcelona sobre os argentinos do Rosario Central (2 a 1). Além do troféu de campeão, levantou o prêmio de melhor jogador do torneio.

A taça hoje deve estar esquecida em algum canto da sua mansão em Barcelona, escondida entre as réplicas dos seis títulos espanhóis, das três Copas dos Campeões duas Eurocopas e de uma Copa do Mundo que conquistou.

Aquele gol de 14 anos atrás certamente mal vem a sua mente quando pensa nos momentos mais emocionantes de sua carreira. Ou há emoção maior que anotar, já na prorrogação, o gol do primeiro título mundial do seu país, como ele fez contra a Holanda na Copa-2010?

Andrés, o garoto que assombrou o Vitória em 1999, virou Iniesta, o segundo melhor jogador do mundo em 2010 e terceiro no ano passado. O craque da Espanha, a seleção mais vitoriosa da atualidade e coadjuvante de luxo de Messi no Barcelona.

Já Leandro Bonfim, que depois de rodar e nunca se firmar por grandes clubes do Brasil disputou o último Estadual do Rio pelo Audax, ainda tenta justificar por que não marcou aquele camisa 4.

“Falei aquilo porque a gente jogava no mesmo esquema e eu tinha que ir para o ataque também. Ele era volante, o normal seria me marcar.”

O treinador do Vitória prefere guardar boas recordações daquela tarde e se orgulha de ter visto um craque ainda em estado bruto.

“Era impressionante. Garotos normalmente falham demais, mas ele não, acertava todos os passes. O Iniesta ganhou aquele campeonato sozinho”, afirma Morais, que hoje dirige seu próprio clube na Bahia, o Salvador FC.

“Sempre uso ele como exemplo quando chega um pai e um empresário querendo me vender jogador, falando que é craque. Falo que craque mesmo era aquele menino número 4, que era todo franzino e matava o jogo.”

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Iniesta apagando Leandro Bomfim

 

ps: Matéria da Folha de São Paulo, achei muito boa!