[ATLÉTICO-PR X VITÓRIA] O ataque do Leão ao G-5

ATL-PR X VIT-BA

O Vitória tem um jogo muito complicado com o Atlético-PR, e vencê-lo  pode levar o Leão a briga por uma vaga no G-5, e porque 5 e não 4? Calma não fiquei louco, vou explanar.

 O rubro negro esta em ascensão na competição, mas a distancia para zona classificatória atual do brasileiro, ainda é considerável, por isso já estou contando com o desfecho da copa do Brasil, 3 times podem beneficiar o Vitória, Grêmio, Atlético-PR e Botafogo ainda estão na briga pela conquista e caso um deles vençam, o G-4 passa a ser G-5 e estamos apenas 3 pontos distantes da quinta colocação.

Para triunfar o Leão terá que repetir feito contra o furacão, isso porque ano passado o rubro negro paranaense estava invicto em casa e o rubro negro baiano foi lá e brocou, agora não é diferente, o Vitória precisa quebrar a invencibilidade do Atlético-PR.

Ney Franco irá promover a estreia do recém-contratado Luiz Gustavo como volante e promete um time bastante ofensivo com 4 meias ofensivos e apenas um de contensão ou até mesmo 3 meias e 2 volantes, mas independente da formação o treinador garante que o time irá em busca dos 3 pontos.

FICHA TÉCNICA
Série A
Atlético-PR x Vitória
Local:
Estádio Durival de Britto, em Curitiba (PR).
Data: 29/09/2013
Horário: 18h30
Árbitro: Paulo Henrique de Godoy Bezerra (SC)
Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago (Fifa/MG) e Nadine Schram Bastos (Asp. Fifa/SC)

Atlético-PR: Weverton; Jonas, Manoel, Luiz Alberto e Pedro Botelho; Deivid (Bruno Silva), João Paulo (Zezinho), Everton e Paulo Baier (Fran Mérida); Marcelo e Ederson. Técnico: Vagner Mancini.

Vitória: Wilson; Ayrton, Victor Ramos, Kadu e Juan; Luiz Gustavo, Escudero, Renato Cajá e Leílson (Elizeu); Marquinhos e Dinei. Técnico: Ney Franco.

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8 comentários em “[ATLÉTICO-PR X VITÓRIA] O ataque do Leão ao G-5

  1. Rapaz !!!!!!!!. Quando a ¨ brisa¨ empatou o jogo os doentes dos sardinhas ( secadores) fizeram uma festa danada, mas, quebraram as caras. Agora aqui pra nós,
    ser torcedor do ECV é ser saudável, porque é teste pra cardíaco. De parabéns esse grande treinador, apesar de algumas falhas individuais de nossa defesa que precisa de ser revista. Vamos acreditar que irá melhorar a condição técnica do time.

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  2. Fortalecimento da torcida no interior (O parâmetro deve ser o Cruzeiro – a formação da “China Azul”).

    Em 1965, o jornal Estado de Minas fez uma pesquisa com urnas na região Metropolitana de BH e obteve o seguinte resultado.
    Atlético/ MG 54% / Cruzeiro. 27%/ América. 7%.
    A torcida do Galo correspondia ao dobro da Raposa em meados da década de 60.
    Em 2010, a DATAFOLHA divulgou a pesquisa da torcida na regiãometropolitana de BH.
    Cruzeiro. 43%/ Atlético. 30%/ América. 2%
    Em Minas, a diferença é ainda mais gritante.
    Cruzeiro. 31%/ Atlético. 17%/ Flamengo. 14%.

    O Cruzeiro conseguiu essa façanha em razão de dois fatores principais:
    1. O sucesso das equipes de futebol.
    2. Trabalho de marketing em escolas desenvolvido nas décadas de 70/ 80.

    E eles não estão felizes. Torcedores divulgam artigos sobre a possibilidade de pré temporada no interior (como já fazem os gaúchos).

    http://www.jogosimortais.com.br/blog/index.php?id=81

    O Vitória, no final da década de 80, tinha uma torcida equivalente a 22% (vinte e dois) por cento dos moradores de Salvador contra 66% (sessenta e seis) por cento do Bahia (pesquisa Ibope de 1991 divulgada na Revista Placar).
    Uma situação pior do que a enfrentada pelo Cruzeiro em 1965.
    Após 22 anos, nossa torcida atinge 28% (vinte e oito) dos moradores da região metropolitana contra 40% (quarenta) do rival.
    Com o crescimento populacional vertiginoso de Salvador, verifica-se que o crescimento de nossa torcida foi gigantesco.
    No entanto, no interior, nossa torcida não atinge 2,5% (dois) por cento!!! Somos um time da região Metropolitana de Salvador (e só) !
    Temos um problema, apesar do Vitória ser a torcida que mais cresce na região metropolitana, o Bahia é a torcida que mais cresce no interior.
    No Estado da Bahia, temos a terceira torcida:
    Pesquisa/ IBOPE – Estado da Bahia 2004 2010
    Bahia. 15,8% 20,4%
    Flamengo 21,2% 20,3%
    Vitória 12,1% 15,7%
    Corinthians 7,1% 7,6%
    Para nosso crescimento enquanto clube, o enfrentamento dessa realidade é urgente.
    Não existe esta de Arena superpoderosa que vai nos tornar grandes ou qualquer fórmula mágica de administração.

    Quem vai pagar uma fortuna de patroncínio por um clube de uma única cidade (Região Metropolitana – Salvador/Simões Filho/ Lauro de Freitas) !!!
    A situação ideal é a dos gaúchos que só torcem para seus clubes (96% dos gaúchos do interior torcem para algum clube do Estado).
    Em Minas, a situação é a seguinte.
    http://globoesporte.globo.com/platb/teoria-dos-jogos/2012/09/25/a-pesquisa-da-vez-minas-gerais-cidades-diversas-2-exclusivo/
    Precisamos, num espaço de 10 (dez) anos, triplicar o percentual de torcedores e simpatizantes no interior.
    O Vitória só terá chance de se tornar grande se tiver uns 30% de torcedores em todo o Estado da Bahia (e não 15,5% como ocorre hoje em dia).
    Isso, certamente, aumentaria nossas cotas de patrocínio substancialmente.
    Acho que 04 (quatro) aspectos merecem destaque:
    I. O Vitória precisa marcar presença no interior.
    II. A torcida do Vitória deve valorizar as pessoas do interior (ainda que não torcedoras do clube).
    III. A torcida do Vitória deve respeitar a possibilidade de torcedores do interior torncerem por mais de um clube (o que era comum em Minas até a década de 1980 – http://cruzeiro.org/blog/torcedor-seis-estrelas/).

    De início, o clube precisa marcar presença no interior através de jogos oficiais, jogos de equipes da divisão de base, eventos esportivos patrocinados pelo marketing do clube, exibição de troféus no interior, distribuição de material escolar em escolas … .
    Ocorre que, em razão da dimensão do Estado da Bahia, acredito que a melhor opção seria investir nas cidades situadas num raio de 200 Km de distância de Salvador pelos próximos 05 (cinco) anos.
    – O Vitória deveria escolher 02(duas) ou 03 (três) cidades que pudessem abrigar a equipe principal em uma pré temporada (Santo Antônio de Jesus, Cruz das Almas, Serrinha, Conceição do Coité, Valença …).
    – O Vitória poderia escolher 02 (duas) cidades na região metropolitana ou a menos de 80 Km de Salvador para se tornar nossa casa nas disputas da Taça Governador do Estado da Bahia e Copa do Brasil sub 20 (Camaçari/ Candeias).
    A torcida da Capital já acompanha a equipe principal em 35 jogos por ano, seria razoável deslocar a equipe sub 20 e a segunda equipe para o interior.
    – Poderíamos ter consulados para promover eventos esportivos (de ciclismo e atletismo em cidades do interior) com exposição de troféus e visitas às escolas para distribuição de material escolar no raio de 200 Km de Salvador nos próximos 05 anos.
    Posteriormente, o projeto deveria ser estendido a outros locais.

    Além disso, devemos acabar com essa tolice de ignorar as pessoas do interior (de menosprezar os interioranos).
    Já presenciei torcedores do Vitória cantando “Éu, Éu, Éu, vai para casa tabaréu….”
    Qta. Bobagem. Será que imaginam que o Vitória se tornará gigante com sua torcida de “civilizados” de Salvador ????
    E olha que Salvador não tem nada de civilizado. Basta ver a imundície que existe nas ruas em razão das pessoas jogarem lixo no local onde se encontram.
    Ora, se os soteropolitanos se consideram tão especiais assim, o que faria as pessoas do interior torcerem para dupla ba x vi ???
    Times medianos e com torcedores que esnobam os interioranos.
    http://www.blogdojj.com.br/2012/11/28/o-que-faz-uma-torcida-crescer/

    Por outro lado, acredito que a dupla ba x vi deveria pressionar a FBF a confeccionar os troféus maquetes para representarem o interior.
    A Bahia é mais que Elevador Lacerda e Mercado Modelo (como os últimos 02 troféus).
    Temos pontos turísticos em todo o Estado e a divulgação de troféus maquetes com temas do interior (pelo interior) seria uma maneira de interiorizar o Campeonato Baiano (Exemplo: 1. Se o tema fosse Porto Seguro, o troféu permaneceria exposto nas localidades daquela região do interior por 01 ou 2 meses (Em Porto Seguro/ Sta. Cruz de Cabrália/ Belmonte/ Eunapólis/ Prado); 2. Se o tema fosse a Costa do Cacau, teríamos a exposição em Ilhéus/ Itabuna/ Ubaitaba/ Canavieiras/ 3. Se o tema fosse a Chapada Diamantina, teríamos a exposição em Itaberaba/ Seabra/ Lençois e Mucugê) etc ….

    É que, em regra, os soteropolitanos imaginam que vivem em Veneza e, portanto, nada poderia ser mais atraente que as mesmas coisas de Salvador.

    Quanto a torcida mista, também já fui um crítico severo.
    É que o ideal seria o interioranos torcerem para o Vitória.
    Hoje, faço a seguinte reflexão:
    É melhor o cidadão torcer, exclusivamente, para um time do eixo rio/ são paulo (e só) ou torcer para o Vitória (e, eventualmente, para outro clube).
    Acredito que a segunda alternativa configure a melhor opção na atualidade para, quem sabe um dia, observarmos a mudança de cultura que ocorreu em Minas aqui em nosso estado.
    Como diz o poeta: “antes lamber do que cuspir”.
    A torcida mista do interior, para mim, é bem vinda sim pois aumenta nossa visibilidade.

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  3. MARKETING – Fortalecimento da torcida no interior (O parâmetro deve ser o Cruzeiro – a formação da “China Azul”).

    Em 1965, o jornal Estado de Minas fez uma pesquisa com urnas na região Metropolitana de BH e obteve o seguinte resultado.
    Atlético/ MG 54% / Cruzeiro. 27%/ América. 7%.
    A torcida do Galo correspondia ao dobro da Raposa em meados da década de 60.
    Em 2010, a DATAFOLHA divulgou a pesquisa da torcida na regiãometropolitana de BH.
    Cruzeiro. 43%/ Atlético. 30%/ América. 2%
    Em Minas, a diferença é ainda mais gritante.
    Cruzeiro. 31%/ Atlético. 17%/ Flamengo. 14%.

    O Cruzeiro conseguiu essa façanha em razão de dois fatores principais:
    1. O sucesso das equipes de futebol.
    2. Trabalho de marketing em escolas desenvolvido nas décadas de 70/ 80.

    E eles não estão felizes. Torcedores divulgam artigos sobre a possibilidade de pré temporada no interior (como já fazem os gaúchos).

    http://www.jogosimortais.com.br/blog/index.php?id=81

    O Vitória, no final da década de 80, tinha uma torcida equivalente a 22% (vinte e dois) por cento dos moradores de Salvador contra 66% (sessenta e seis) por cento do Bahia (pesquisa Ibope de 1991 divulgada na Revista Placar).
    Uma situação pior do que a enfrentada pelo Cruzeiro em 1965.
    Após 22 anos, nossa torcida atinge 28% (vinte e oito) dos moradores da região metropolitana contra 40% (quarenta) do rival.
    Com o crescimento populacional vertiginoso de Salvador, verifica-se que o crescimento de nossa torcida foi gigantesco.
    No entanto, no interior, nossa torcida não atinge 2,5% (dois) por cento!!! Somos um time da região Metropolitana de Salvador (e só) !
    Temos um problema, apesar do Vitória ser a torcida que mais cresce na região metropolitana, o Bahia é a torcida que mais cresce no interior.
    No Estado da Bahia, temos a terceira torcida:
    Pesquisa/ IBOPE – Estado da Bahia 2004 2010
    Bahia. 15,8% 20,4%
    Flamengo 21,2% 20,3%
    Vitória 12,1% 15,7%
    Corinthians 7,1% 7,6%
    Para nosso crescimento enquanto clube, o enfrentamento dessa realidade é urgente.
    Não existe esta de Arena superpoderosa que vai nos tornar grandes ou qualquer fórmula mágica de administração.
    Não adianta discutirmos Arena Barradão/ Arena Itaipava/ Arena Pituaçu ou Arena Paralela sem discutir este problema de lacuna no interior.
    Quem vai pagar uma fortuna de patroncínio por um clube de uma única cidade (Região Metropolitana – Salvador/Simões Filho/ Lauro de Freitas) !!!
    A situação ideal é a dos gaúchos que só torcem para seus clubes (96% dos gaúchos do interior torcem para algum clube do Estado).
    Em Minas, a situação é a seguinte.
    http://globoesporte.globo.com/platb/teoria-dos-jogos/2012/09/25/a-pesquisa-da-vez-minas-gerais-cidades-diversas-2-exclusivo/
    Cruzeiro é a maior torcida do interior do Estado (31%) e Atlético/ MG vem em segundo.
    Aqui, a torcida do Flamengo é 15 (quinze) vezes maior que a nossa no interior.
    Precisamos, num espaço de 10 (dez) anos, triplicar o percentual de torcedores e simpatizantes no interior.
    O Vitória só terá chance de se tornar grande se tiver uns 30% de torcedores em todo o Estado da Bahia (e não 14% como ocorre hoje em dia).
    Isso, certamente, aumentaria nossas cotas de patrocínio substancialmente.
    Acho que 04 (quatro) aspectos merecem destaque:
    I. O Vitória precisa marcar presença no interior.
    II. A torcida do Vitória deve valorizar as pessoas do interior (ainda que não torcedoras do clube).
    III. A torcida do Vitória deve respeitar a possibilidade de torcedores do interior torncerem por mais de um clube (o que era comum em Minas até a década de 1980 – http://cruzeiro.org/blog/torcedor-seis-estrelas/).

    De início, o clube precisa marcar presença no interior através de jogos oficiais, jogos de equipes da divisão de base, eventos esportivos patrocinados pelo marketing do clube, exibição de troféus no interior, distribuição de material escolar em escolas … .
    Ocorre que, em razão da dimensão do Estado da Bahia, acredito que a melhor opção seria investir nas cidades situadas num raio de 200 Km de distância de Salvador pelos próximos 05 (cinco) anos.
    – O Vitória deveria escolher 02(duas) ou 03 (três) cidades que pudessem abrigar a equipe principal em uma pré temporada (Santo Antônio de Jesus, Cruz das Almas, Serrinha, Conceição do Coité, Valença …).
    – O Vitória poderia escolher 02 (duas) cidades na região metropolitana ou a menos de 80 Km de Salvador para se tornar nossa casa nas disputas da Taça Governador do Estado da Bahia e Copa do Brasil sub 20 (Camaçari/ Candeias).
    A torcida da Capital já acompanha a equipe principal em 35 jogos por ano, seria razoável deslocar a equipe sub 20 e a segunda equipe para o interior.
    – Poderíamos ter consulados para promover eventos esportivos (de ciclismo e atletismo em cidades do interior) com exposição de troféus e visitas às escolas para distribuição de material escolar no raio de 200 Km de Salvador nos próximos 05 anos.
    Posteriormente, o projeto deveria ser estendido a outros locais.

    Além disso, devemos acabar com essa tolice de ignorar as pessoas do interior (de menosprezar os interioranos).
    Já presenciei torcedores do Vitória cantando “Éu, Éu, Éu, vai para casa tabaréu….”
    Qta. Bobagem. Será que imaginam que o Vitória se tornará gigante com sua torcida de “civilizados” de Salvador ????
    E olha que Salvador não tem nada de civilizado. Basta ver a imundície que existe nas ruas em razão das pessoas jogarem lixo no local onde se encontram.
    Salvador, como toda Cidade do Litoral Baiano, é marcada pelo lixo e desmazelo.
    Observem o texto que se segue sobre o pertencimento de grupo que favorecem os gaúchos. Involuntariamente, em razão da questão de pertencimento a um mesmo grupo, os gaúchos da Capital demonstram respeito pelos do interior.
    Será que não poderíamos fazer o mesmo ????? É difícil ????
    Ora, se os soteropolitanos se consideram tão especiais assim, o que faria as pessoas do interior torcerem para dupla ba x vi ???
    Times medianos e com torcedores que esnobam os interioranos.
    http://www.blogdojj.com.br/2012/11/28/o-que-faz-uma-torcida-crescer/

    Por outro lado, acredito que a dupla ba x vi deveria pressionar a FBF a confeccionar os troféus maquetes para representarem o interior.
    A Bahia é mais que Elevador Lacerda e Mercado Modelo (como os últimos 02 troféus).
    Temos pontos turísticos em todo o Estado e a divulgação de troféus maquetes com temas do interior (pelo interior) seria uma maneira de interiorizar o Campeonato Baiano (Exemplo: 1. Se o tema fosse Porto Seguro, o troféu permaneceria exposto nas localidades daquela região do interior por 01 ou 2 meses (Em Porto Seguro/ Sta. Cruz de Cabrália/ Belmonte/ Eunapólis/ Prado); 2. Se o tema fosse a Costa do Cacau, teríamos a exposição em Ilhéus/ Itabuna/ Ubaitaba/ Canavieiras/ 3. Se o tema fosse a Chapada Diamantina, teríamos a exposição em Itaberaba/ Seabra/ Lençois e Mucugê) etc ….

    É que, em regra, os soteropolitanos imaginam que vivem em Veneza e, portanto, nada poderia ser mais atraente que as mesmas coisas de Salvador.

    Quanto a torcida mista, também já fui um crítico severo.
    É que o ideal seria o interioranos torcerem para o Vitória.
    Hoje, faço a seguinte reflexão:
    É melhor o cidadão torcer, exclusivamente, para um time do eixo rio/ são paulo (e só) ou torcer para o Vitória (e, eventualmente, para outro clube).
    Acredito que a segunda alternativa configure a melhor opção na atualidade para, quem sabe um dia, observarmos a mudança de cultura que ocorreu em Minas aqui em nosso estado.
    Como diz o poeta: “antes lamber do que cuspir”.
    A torcida mista do interior, para mim, é bem vinda sim pois aumenta nossa visibilidade.

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  4. Prezado Valmerson,

    Gostaria de comentar três assuntos abordados pelo Sr. Fábio Mota.

    Não conheço este cidadão e não sei se votaria nele.

    Mas considero algumas críticas injustas.

    – Fortalecimento da torcida no interior (O parâmetro deve ser o Cruzeiro – a formação da “China Azul”).

    Em 1965, o jornal Estado de Minas fez uma pesquisa com urnas na região Metropolitana de BH e obteve o seguinte resultado.
    Atlético/ MG 54% / Cruzeiro. 27%/ América. 7%.
    A torcida do Galo correspondia ao dobro da Raposa em meados da década de 60.
    Em 2010, a DATAFOLHA divulgou a pesquisa da torcida na regiãometropolitana de BH.
    Cruzeiro. 43%/ Atlético. 30%/ América. 2%
    Em Minas, a diferença é ainda mais gritante.
    Cruzeiro. 31%/ Atlético. 17%/ Flamengo. 14%.

    O Cruzeiro conseguiu essa façanha em razão de dois fatores principais:
    1. O sucesso das equipes de futebol.
    2. Trabalho de marketing em escolas desenvolvido nas décadas de 70/ 80.

    E eles não estão felizes. Torcedores divulgam artigos sobre a possibilidade de pré temporada no interior (como já fazem os gaúchos).

    http://www.jogosimortais.com.br/blog/index.php?id=81

    O Vitória, no final da década de 80, tinha uma torcida equivalente a 22% (vinte e dois) por cento dos moradores de Salvador contra 66% (sessenta e seis) por cento do Bahia (pesquisa Ibope de 1991 divulgada na Revista Placar).
    Uma situação pior do que a enfrentada pelo Cruzeiro em 1965.
    Após 22 anos, nossa torcida atinge 28% (vinte e oito) dos moradores da região metropolitana contra 40% (quarenta) do rival.
    Com o crescimento populacional vertiginoso de Salvador, verifica-se que o crescimento de nossa torcida foi gigantesco.
    No entanto, no interior, nossa torcida não atinge 2,5% (dois) por cento!!! Somos um time da região Metropolitana de Salvador (e só) !
    Temos um problema, apesar do Vitória ser a torcida que mais cresce na região metropolitana, o Bahia é a torcida que mais cresce no interior.
    No Estado da Bahia, temos a terceira torcida:
    Pesquisa/ IBOPE – Estado da Bahia 2004 2010
    Bahia. 15,8% 20,4%
    Flamengo 21,2% 20,3%
    Vitória 12,1% 15,7%
    Corinthians 7,1% 7,6%
    Para nosso crescimento enquanto clube, o enfrentamento dessa realidade é urgente.
    Não existe esta de Arena superpoderosa que vai nos tornar grandes ou qualquer fórmula mágica de administração.
    Não adianta discutirmos Arena Barradão/ Arena Itaipava/ Arena Pituaçu ou Arena Paralela sem discutir este problema de lacuna no interior.
    Quem vai pagar uma fortuna de patroncínio por um clube de uma única cidade (Região Metropolitana – Salvador/Simões Filho/ Lauro de Freitas) !!!
    A situação ideal é a dos gaúchos que só torcem para seus clubes (96% dos gaúchos do interior torcem para algum clube do Estado).
    Em Minas, a situação é a seguinte.
    http://globoesporte.globo.com/platb/teoria-dos-jogos/2012/09/25/a-pesquisa-da-vez-minas-gerais-cidades-diversas-2-exclusivo/
    Cruzeiro é a maior torcida do interior do Estado (31%) e Atlético/ MG vem em segundo.
    Aqui, a torcida do Flamengo é 15 (quinze) vezes maior que a nossa no interior.
    Precisamos, num espaço de 10 (dez) anos, triplicar o percentual de torcedores e simpatizantes no interior.
    O Vitória só terá chance de se tornar grande se tiver uns 30% de torcedores em todo o Estado da Bahia (e não 14% como ocorre hoje em dia).
    Isso, certamente, aumentaria nossas cotas de patrocínio substancialmente.
    Acho que 04 (quatro) aspectos merecem destaque:
    I. O Vitória precisa marcar presença no interior.
    II. A torcida do Vitória deve valorizar as pessoas do interior (ainda que não torcedoras do clube).
    III. A torcida do Vitória deve respeitar a possibilidade de torcedores do interior torncerem por mais de um clube (o que era comum em Minas até a década de 1980 – http://cruzeiro.org/blog/torcedor-seis-estrelas/).

    De início, o clube precisa marcar presença no interior através de jogos oficiais, jogos de equipes da divisão de base, eventos esportivos patrocinados pelo marketing do clube, exibição de troféus no interior, distribuição de material escolar em escolas … .
    Ocorre que, em razão da dimensão do Estado da Bahia, acredito que a melhor opção seria investir nas cidades situadas num raio de 200 Km de distância de Salvador pelos próximos 05 (cinco) anos.
    – O Vitória deveria escolher 02(duas) ou 03 (três) cidades que pudessem abrigar a equipe principal em uma pré temporada (Santo Antônio de Jesus, Cruz das Almas, Serrinha, Conceição do Coité, Valença …).
    – O Vitória poderia escolher 02 (duas) cidades na região metropolitana ou a menos de 80 Km de Salvador para se tornar nossa casa nas disputas da Taça Governador do Estado da Bahia e Copa do Brasil sub 20 (Camaçari/ Candeias).
    A torcida da Capital já acompanha a equipe principal em 35 jogos por ano, seria razoável deslocar a equipe sub 20 e a segunda equipe para o interior.
    – Poderíamos ter consulados para promover eventos esportivos (de ciclismo e atletismo em cidades do interior) com exposição de troféus e visitas às escolas para distribuição de material escolar no raio de 200 Km de Salvador nos próximos 05 anos.
    Posteriormente, o projeto deveria ser estendido a outros locais.

    Além disso, devemos acabar com essa tolice de ignorar as pessoas do interior (de menosprezar os interioranos).
    Já presenciei torcedores do Vitória cantando “Éu, Éu, Éu, vai para casa tabaréu….”
    Qta. Bobagem. Será que imaginam que o Vitória se tornará gigante com sua torcida de “civilizados” de Salvador ????
    E olha que Salvador não tem nada de civilizado. Basta ver a imundície que existe nas ruas em razão das pessoas jogarem lixo no local onde se encontram.
    Salvador, como toda Cidade do Litoral Baiano, é marcada pelo lixo e desmazelo.
    Observem o texto que se segue sobre o pertencimento de grupo que favorecem os gaúchos. Involuntariamente, em razão da questão de pertencimento a um mesmo grupo, os gaúchos da Capital demonstram respeito pelos do interior.
    Será que não poderíamos fazer o mesmo ????? É difícil ????
    Ora, se os soteropolitanos se consideram tão especiais assim, o que faria as pessoas do interior torcerem para dupla ba x vi ???
    Times medianos e com torcedores que esnobam os interioranos.
    http://www.blogdojj.com.br/2012/11/28/o-que-faz-uma-torcida-crescer/

    Por outro lado, acredito que a dupla ba x vi deveria pressionar a FBF a confeccionar os troféus maquetes para representarem o interior.
    A Bahia é mais que Elevador Lacerda e Mercado Modelo (como os últimos 02 troféus).
    Temos pontos turísticos em todo o Estado e a divulgação de troféus maquetes com temas do interior (pelo interior) seria uma maneira de interiorizar o Campeonato Baiano (Exemplo: 1. Se o tema fosse Porto Seguro, o troféu permaneceria exposto nas localidades daquela região do interior por 01 ou 2 meses (Em Porto Seguro/ Sta. Cruz de Cabrália/ Belmonte/ Eunapólis/ Prado); 2. Se o tema fosse a Costa do Cacau, teríamos a exposição em Ilhéus/ Itabuna/ Ubaitaba/ Canavieiras/ 3. Se o tema fosse a Chapada Diamantina, teríamos a exposição em Itaberaba/ Seabra/ Lençois e Mucugê) etc ….

    É que, em regra, os soteropolitanos imaginam que vivem em Veneza e, portanto, nada poderia ser mais atraente que as mesmas coisas de Salvador.

    Quanto a torcida mista, também já fui um crítico severo.
    É que o ideal seria o interioranos torcerem para o Vitória.
    Hoje, faço a seguinte reflexão:
    É melhor o cidadão torcer, exclusivamente, para um time do eixo rio/ são paulo (e só) ou torcer para o Vitória (e, eventualmente, para outro clube).
    Acredito que a segunda alternativa configure a melhor opção na atualidade para, quem sabe um dia, observarmos a mudança de cultura que ocorreu em Minas aqui em nosso estado.
    Como diz o poeta: “antes lamber do que cuspir”.
    A torcida mista do interior, para mim, é bem vinda sim pois aumenta nossa visibilidade.

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