Qual será a nossa casa ? Qual é a posição dos pré-candidatos ?

barradão lotado

POR: ROBSON LEÃO

 

Prezados amigos,

 

De início, gostaria de registrar que tive coragem de escrever estas singelas palavras em razão da possibilidade real de um debate entre as “três correntes políticas” do clube e sua torcida.

Finalmente, após 114 anos, apesar do anacronismo total do estatuto, o Vitória deve contar com chapas de oposição para apreciação dos sócios.

Ao revés da TUI, que teceu críticas ao debate instalado recentemente, acredito que a divulgação de proposta eleitoral é legítima a qualquer um sócio/torcedor (obs. Desistir de ser associado em virtude do estatuto, mas, se fosse, confesso que, em princípio, estaria inclinado a votar no msmv).

Neste contexto, como questão essencial ao debate, devemos indagar qual será o “mando de campo do Vitória no futuro ?????”.

O texto publicado neste espaço de discussão com o título BARRADÃO X FONTE NOVA: um debate urgente e fundamental, escrito por Jean Gerbase e referendado por inúmeros colegas de prestígio foi, em meu entendimento, o texto base para qualquer discussão.

Naquela oportunidade, o autor ressaltou a arquitetura de estádio alemão como referência para o Barradão.

A temática também foi tratada de modo contundente por Valmerson.

Além disso, não podemos deixar de mencionar o posicionamento de Fábio de que nosso clube poderia utilizar a Fonte Nova em alguns jogos.

Ocorre que, em  tese a temática continuar sendo discutida há anos, Alexi Portela não oferece uma resposta definitiva do seu plano. Ademais, os candidatos governistas também não apresentam uma proposta clara para a torcida e associados.

Fizeram um acordo para a realização de “jogos experimentais na Arena Fonte Nova” e, paralelamente, divulgaram nota acerca de suposto projeto de via expressa da Paralela ao Barradão.

Depois, tivemos  o comentário do candidato governista, Sr. Carlos Falcão, no sentido de que o Governo do Estado estaria de parabéns com a obra que alavancaria o futebol da Bahia. Como ? Será ?

O MSMV tem discutido a temática há algum tempo e também não apresentou o posicionamento definitivo que, segundo espero, deve ser apresentado à torcida na época da apresentação da chapa (como um autêntico compromisso de governo).

A candidatura de Peter/ Larissa (vitóriaséculo xxi) traz a proposta (sem comprovação de viabilidade técnica/ econômica e fática) de construção de uma arena pela metade do preço da Arena Fonte Nova.

arena do jacaré vazia

 

Pessoalmente, entendo que não há razão que motive acordo definitivo entre o Vitória e o Consórcio Arena Fonte Nova. Não foi por acaso que a Diretoria do Atlético/ MG assinou um contrato de 10 anos com a Arena Independência e se recusou a assinar com o Mineirão (ou será que o Galo Mineiro esta no prejuízo em jogar a Libertadores no Independência ???)  !!!

Apesar de algumas limitações, o Vitória construiu um Estádio particular respeitável onde, inclusive, já disputamos jogos internacionais oficiais, decisões de campeonatos nacionais, regionais e estaduais.

Por outro lado, no Estádio próprio, o clube tem a possibilidade de definir sua política de preço de ingressos, oferecer a possibilidade de publicidade aos seus parceiros e colaboradores e instalar equipamentos ligados ao próprio clube (memorial/ loja conceito/ promoções …..).

Ademais, não interessa ao Vitória jogar em um estádio com lotação de 50.000 se a média de público anual histórica do clube é de 12.000 por jogo.

No entanto, de fato, após a Copa de 2014, o paradigma acerca dos estádios de futebol no Brasil será alterado.

Isto implica reconhecer que o clube precisa de uma definição e, sendo o caso, adotar as medidas necessárias de adequação.

arena do jacare maquete

Desta forma, restaria três alternativas ao Vitória:

I. Reformar o Estádio Manoel Barradas.

II. Projetar a construção de uma Arena Nova.

III. Lutar pela concessão do Pituaçu.

arena do jacaré lotada

Pessoalmente, acredito que o caminho mais simples seria a negociação de concessão da Arena Pituaçu, mas acredito que governo nenhum tem interesse nisso.

Desta forma, teríamos duas alternativas:

I. Reformar o Barradão.

II. Construção de uma nova arena.

arena do jacaré entradasmapa_cruzeiro_arena_do_jacare

Antes de qualquer decisão, caberia a Diretoria definir qual seria a capacidade de público ideal para o Vitória.

Em minha opinião, o ideal seria a capacidade mínima para jogos oficiais internacionais decisivos, ou seja, 30.000.

Desta forma, teríamos uma taxa de ocupação média de 40% por jogo (considerando a média histórica do clube). Essa é a taxa de ocupação mínima para um estádio rentável na
Europa (o custo operacional de um estádio é elevado).

Assim, a reforma do Barradão ou a construção de uma nova arena deveria levar em conta essa capacidade de público.

A reforma do Barradão, em nosso entendimento, teria um custo menor e teria a facilidade da estrutura de CT já contar com vários campos de futebol etc … .

Não sou engenheiro e nem arquiteto, mas acredito que com 50% do que se gastou em Pituaçu (corrigido pelos índices oficiais) o ECV consiga transformar o Barradão em um estádio confortável.

A Arena Pituaçu também está encravada no outeiro, mas, em meu entendimento, a arquitetura mais próxima do Barradão seria a da Arena do Jacaré (observem no site do Democrata Futebol Clube).

Trata-se de um estádio muito simples construído sob um morro com um prédio administrativo de um dos lados do campo (arquitetura muito próxima a do Barradão) utilizado, por quase dois anos, como casa do Cruzeiro, Atlético e América.

Não sou a favor dos projetos mirabolantes de construir mais arquibancadas pelo morro e nem fechar a ferradura, uma vez que, o investimento seria gigantesco e o retorno econômico improvável.

Sou torcedor do Vitória e não do Barradão, de modo que, o Estádio deve ser o mais rentável para o clube e com o menor investimento possível (por isso, a sugestão de utilizar a Arena do Jacaré como paradigma).

Ocorre que, a Arena do Jacaré só comporta 20.000 torcedores sentados em cadeiras. Além disso, a Arena do Jacaré conta com um lance de cadeiras ao lado da imprensa (que, possivelmente, não seria possível no Barradão em razão do CT).

De todo modo, a destruição do atual prédio de imprensa seria necessária para viabilizar a construção de um prédio administrativo mais moderno e próximo ao gramado (para aumentar a área do estacionamento de camarotes).

Não seria possível colocar cadeiras em todo estádio em virtude do objetivo de manter a capacidade de público  próximo a 30.000. Aumentaria a quantidade de cadeiras de 6.500 para algo em torno de 13.000/ 15.000 e ampliaria a quantidade de rampas de acesso e escadarias além de dotar o equipamento com uma cobertura.

Provavelmente, o Barradão teria a capacidade diminuída para 25.000 e, neste contexto, seria necessário atuar na Fonte Nova em caso de decisões internacionais (o que nunca aconteceu em nossa história).

É isso que o Santos, o Atlético Mineiro, Vasco etc  fazem e não vejo problema do Vitória também utilizar a Arena Fonte Novas esporadicamente…. .

Não teríamos a capacidade ideal (30.000), mas teríamos um equipamento confortável para utilizar em 95% dos jogos oficiais.

Se a via expressa sair do papel, essa alternativa se tornará mais palpável.

Para comparar, vamos observar a arquitetura dos estádios no documento anexo.

De fato, a Arena do Jacaré se assemelha com o Barradão.

Basta observamos a Avenida em uma extremidade do Estádio e o Estacionamento em outro ponto.

 

Por outro lado, existe ainda um prédio administrativo com lances de cadeiras menores.

Em anexo, mapa da Arena do Jacaré com oito setores de cadeiras na ferradura e 2 no prédio administrativo.

 

A modernização do Barradão, para mim, deveria envolver:

 

I. Um aumento no número atual de cadeiras (no mínimo, o dobro).

II. Maior quantidade de escadarias na parte central e na lateral do lado do estacionamento.

III. Cobertura, pelo menos parcial, para abrigar os torcedores na ferradura.

IV. Destruição completa do prédio administrativo para construção de um prédio com pequeno lance de cadeiras como na Arena do Jacaré (isso poderia implicar no sacrifício de parte do 3º campo – poderia reduzir o tamanho para transformá-lo num campo society (parta treinar goleiros e treinos específicos) que teria capacidade total c/ camarotes para cerca de 1.000.

Teríamos 03 setores de cadeiras (Central: mais caro c/ 3.000 cadeiras / Setores 1 e 2 c/ 6.000 cadeiras cada com visão frontal do campo e na esquina da ferradura entre a parte central e o fundo do gol.

03 setores de arquibancada.

Setor 1. Que abriga a TUI atrás do gol com capacidade para 5.000

Setor 2. Atrás do gol contrário para torcida do Vitória.

Setor 3. No canto atrás do gol contrário a TUI para visitantes.

 

A construção de uma nova arena, em meu entendimento (proposta do vitóriaséculoxxi), deve ser analisada a partir da possibilidade de se comprar um terreno para o Estádio (com localização privilegiada) e outro mais distante para construção de um novo CT (pessoalmente, acho uma proposta vaga e de difícil execução).

Sem a garantia de que o clube contará com um novo CT totalmente construído  e um terreno privilegiado para a arena em troca da área de 300.000 m2 do atual complexo do barradão/ ct/ toca do leão …, não podemos nem pensar nessa possibilidade.

O Vitória precisa de um CT com, no mínimo, 4 campos oficiais e dois campos com grama sintética semi oficial para os profissionais e as divisões de base.

Sim, porque eventual endividamento seria com o custo do estádio (e só).

Se fosse optar por um modelo de arena para o Vitória, optaria pelo modelo da Arena Independência de Belo Horizonte (custo de 125 milhões).

De fato, muito mais simples do que a Super Fonte Nova, mas um espaço adequado ao nosso clube. O Estádio Independência conta com 23.950 lugares, sendo que, para aumentar a capacidade de público para 30.000, substituiria 6.500 cadeiras por 13.000 espaços de arquibancada para possibilitar o acesso por preços mais baratos para parte da torcida.

Outra possibilidade seria o singelo Frasqueirão do ABC que, após a conclusão teria a capacidade para 25.000.

O custo da Arena Independência foi de 125 milhões, mas acho que, atualizando, o custo seria de cerca de 200/ 250 milhões.

Pessoalmente, prefiro a alternativa de estudar a possibilidade de reforma do Barradão (utilizando a Arena do Jacaré como paradigma), mas acredito que o posicionamento deve ser analisado com mais profissionalismo do que o mero achismo desse humilde torcedor.

A convicção inicial reside no fato de que, mesmo que o atual patrimônio possibilite a aquisição de um novo CT e de um terreno para construção do Estádio (o que implicaria numa negociação muito vantajosa para nós), o Vitória teria que investir no mínimo 200/ 250 milhões.

Por outro lado, uma reforma no Barradão poderia ser feita com investimento entre 30/ 50 milhões.

Isso sem falar no custo operacional de manter um CT distante do Estádio.

Por outro lado, uma modernização do Barradão poderia ser feita por 1/5 desse valor, apesar de não tornar nosso estádio tão bonito quanto seria a segunda opção.

Visualmente, ficaria parecido com a Arena do Jacaré, mas poderia contar com uma cobertura para maior conforto.

 

De qualquer modo, a única convicção que tenho é que não temos motivos para transferirmos nosso mando de campo para a Fonte Nova a troco de nada (com o encantamento juvenil de Carlos Falcão e cia), uma vez que, o modelo do estádio atende as necessidades da copa, mas não do Vitória.

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18 comentários em “Qual será a nossa casa ? Qual é a posição dos pré-candidatos ?

  1. Vamos reformar o nosso santuário ,dando lhe mas capacidades de torcedores,maior estacionamento ,concerteza depois de ampliado e reformado poderemos lucrar muito com show e eventos realizado nele,fora ira estimular mais ainda a vontade do torcedor rubro negro comparecer ao estádio.

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  2. No meu ponto de vista a melhor solução é reformar o Barradão, com cadeiras, cobertura e prédio administrativo novo com camarotes.
    Com isso o estádio pegaria algo de 25 mil ou 30 mil torcedores de capacidade. O que é aceitável pela frequência anual de nossa torcida.
    E como em finais internacionais pedem estádios com no mínimo 40 mil de capacidade, não vejo problema em mandar esses jogos na Arena Fonte Nova. Inclusive poderia até mandar mais jogos lá, a depender dos jogos de maior apelo além da capacidade máxima do Barradão reformado.
    Não vejo necessidade de construir estádio de capacidade maior, e nem de arrendar Pituaçu pois o Governo vai transformá-lo em estádio olímpico sem vínculo com nenhum clube. Além de não termos nenhuma identificação com tal estádio e sua localização.
    A solução é simples, reforma do Barradão pra jogos normais, e jogos de maiores públicos além da sua capacidade jogaria na Arena Fonte Nova.

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  3. Prezado Jodnei Pereira,

    Não sou pessimista, nem penso pequeno.

    Eu gostaria de tranformar o Barradão na Meca do Futebol (um La Bombonera do Nordeste).

    Apenas não tenho esta visão futurista de como o Vitória poderia implantar esta “mina de ganhar dinheiro”.

    Qto. custaria uma reforma p/ 50.000 pessoas ????

    Qto. será necessário de ferragem/ concreto …. .

    E como o Vitória lucrará 40 milhões por ano ????

    Qtos. shos deverão ser realizados por lá ????

    Penso nisso porque o São Paulo, recordista de lucro, lucrou em 2011 25 milhões com o Morumbi (com shows de guns and roses, u2, macartney …..).

    Enquanto isso, o Botafogo tem lucro patético com o Engenhão (menos de 1 milhão).

    Como leigo, imagino que a razão para isso é contar com a concorrência do Maracanã (os artistas preferem lotar seus espetáculos por lá).

    E nossa Capital que já não conta com esses espetáculos internacionais com a mesma frequência.

    Imagino que nossa alternativa seja lutar pela transferência do Festival de Verão para o Barradas.

    Mas será que lucraremos esses 40 milhões ????

    Será que Salvador se transformará na Meca dos Eventos Festivos de modo a lucrar 90 milhões (40 no barradão e 46 na fonte nova enquanto o morumbi, situado em um município com uma renda per capita superior e muito ao nosso estado ????).

    É justamente esse meu receio.

    Qual candidato explicará de onde sairá esse lucro maravilhoso.

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    • A reforma da arena da baixada custará 240 milhões e vai ampliar a capacidade de cerca de 21 mil para 42 mil torcedores. Repare que a arquitetura da arena se parece muito com a do barradas (arquibancadas retangulares e espaço com potencial construtivo em uma das laterais). Na época em que a arena da baixada foi feita, o marketing e a diretoria do CAP trabalharam em cima do projeto do estádio e a torcida comprou a ideia.

      http://www.furacao.com/80anos/baixada/arena.php

      Dois anos depois que a arena ficou pronta, o CAP ganhou o brasileirão.

      O que eu disse em relação a pensar pequeno foi em relação a comparação com ABC e Democrata. Mas o CAP é uma boa comparação. Tudo bem se a reforma não seja pra comportar 50 mil… o que eu penso é que já que reforma custa dinheiro, então que seja aumentada a capacidade do estádio pra que o investimento da reforma tenha retorno mais rápido.

      Outra coisa: O clube pode ir fazendo reforma aos poucos: pega uns 40 milhões e faz primeiro o quarto lance de arquibancadas… Depois, fica um ou dois anos se capitalizando e pega mais 60 a 100 milhões pra reformar os três lances já existentes, e assim por diante.

      Um estádio com 30 mil lugares supre a necessidade do Vitória hoje, mas se o Vitória passar a ter mais associados e melhores resultados em campo, 30 mil n será o bastante e aí teremos que jogar na fonte nova com mais frequência, o que é tudo o que n quero. Pode ser orgulho meu, mas quero que a fonte nova fique pra os itingas alugarem.

      Vejamos os grandes clubes e médios
      Inter: O beira-rio terá mais de 60 mil lugares.
      Grêmio: A arena do grêmio pega 63 mil
      Palmeiras: A Arena Palestra, após as modificações feitas no projeto, vai comportar 55 mil
      Corintians: O Itaquerão terá 64 mil lugares durante a copa e 48 mil depois
      Atlético/PR: a arena da baixada vai pra 42 mil.
      Santos: mandará alguns jogos em Brasília (71 mil) e já projeta fazer um estádio maior que a Vila Belmiro.
      São Paulo: O Morumba pega uns 66 mil
      Atlético Mineiro e Vasco: já mencionei no outro post
      Cruzeiro: Já escolheu o terreno onde fará seu estádio e está esperando uma proposta melhor que a do grupo espírito santo
      Botafogo: tem o Engenhão, com capacidade para quase 47 mil
      Flamengo e Fluminense: mandam seus jogos atualmente no engenhão, mas depois jogarão no maraca. Já vi projetos do flamídia pra fazer estádio na gávea pra 30 mil pessoas (fugindo à regra).
      Ponte Preta: Vai vender o Moisés Lucarelli ou usá-lo como moeda de troca pra fazer seu estádio
      Criciúma: Já tem projeto pra ampliar e Heriberto Hulse
      Sport: Todos devem saber que o Sport só precisa da autorização dos órgãos locais para começar a obra

      A capacidade do maracanã será reduzida em mais de 20 mil lugares ao custo de 1 bilhão. Eu acho isso um desperdício. Não quero que o mesmo aconteça com o barradão. Mas tbm acho que um investimento desses só se justifica se melhorar o acesso, se colocarem estação de metrô na porta do estádio, e se as contratações forem mais qualificadas.

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    • amigão, quanto a seus questionamentos em relação ao faturamento anual, de onde o Vitória vai tirar dinheiro, isso tem que ser estudado. N sei se o faturamento de uma “arena barradas” vai ser de 30 ou 40 milhões ou seja lá quanto for. O número foi exemplificativo. Não caberia uma comparação com o Engenhão porque ele foi projetado pra ser um estádio Olímpico e não uma arena multiuso, por isso o lucro de apenas 1 milhão. Se for utilizada a área de apenas um campo de treino do barradas, dá pra fazer muita coisa: sede para sócios, ginásio poliesportivo, estacionamento, piscina, salão de festas, salão de negócios, uma mega loja do clube, enfim… o local deve gerar receita não só nos dias de jogos. Por isso seria importante a realização de obras de urbanização, a chegada de empreendimentos imobiliários e outras atividades no entorno do barradão. Além disso, certamente as placas de publicidade vão render mais receita do que rendem hoje. Penso que um projeto desses deve ser atrelado a um plano de sócios. Tipo assim: a construção deve fomentar novas adesões

      Repito que respeito a opinião do irmão rubro-negro. Não quero convencer vc a mudar de ideia. Acho que a melhor forma de saber se uma ideia é acertada ou não é quando ela convive com uma ideia que lhe é contrária e após o debate ela prevalece. O Vitória não se firmou como um clube grande muito em função de que as ideias dos gestores do clube não tiveram a devida resistência e não passaram pelo crivo do debate com o maior interessado: o torcedor. Não quero com isso dizer que candidato A,B ou C é o melhor, tenho minha opinião sobre a atual gestão mas não vem ao caso agora pq ela já está se encerrando. A responsabilidade de se posicionar a respeito será da diretoria que vai ser eleita no final do ano. É esperar pra ver

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  4. Cara, eu já fiquei horas e horas fuçando no google maps um terreno que fosse grande o suficiente pra fazer pelo menos uma nova arena, e o Valmerson até já divulgou aqui um texto que escrevi sobre a modernização do barradas x construção de uma nova arena. Os terrenos que eu vi foi o terreno do wet’n wild e um outro que fica ao longo da Luís Eduardo magalhães, que abriga a represa do cascão. Ambos os terrenos seriam caros, pois de um lado o dono do wet’n com certeza não quer vender um local que serve de casa de espetáculo para 20.000 pessoas (o maior da cidade) e de outro o terreno próximo à luís eduardo pode oferecer entraves ambientais, e pra piorar o Governo do Estado vai fazer a linha viva que vai cortar esse terreno. Então o caminho é modernizar o Barradas.

    Tenho que lembrar aos irmãos rubro-negros que além dos 15 milhões destinados à via expressa paralela-barradão através de recursos do Governo federal, o Vitória fez um convênio com o Governo do Estado, em que o Governo bancará a ampliação do Ct e de toda a infraestrutura do complexo, e o Vitória vai realizar projetos sociais para as crianças das imediações do Barradas.

    http://www.galaticosonline.com.br/noticia/17/12/2012/31177,governo-nao-paga-convenio-firmado-em-2009-com-o-vitoria.html

    Nestas condições, desde que esse convênio seja cumprido, não vejo nenhum impedimento para que o Vitória sacrifique um dos campos de treinamento que já possui para fechar a ferradura do Barradas, que seria justamente a primeira etapa das obras. A instalação de novas arquibancadas envolveria a demolição do prédio administrativo, terraplanagem, colocação das estacas de sustentação e o encaixe de arquibancadas de concreto armado. Essas arquibancadas devem ser instaladas de maneira a facilitar a saída dos torcedores, e deve contar com quiosques de alimentação, banheiros, salas de imprensa, área administrativa, camarotes, tribuna de honra… Tudo com acessibilidade para deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida.

    A segunda etapa seria o reforço da estrutura das arquibancadas que já existem, ou até mesmo a substituição delas. Essa etapa seria importante pra que a estrutura base suporte a instalação da cobertura. Além disso, haveria a possibilidade de o Barradas continuar em operação durante toda a obra, pois o quarto lance, que comportaria uns 12 a 15 mil torcedores, já estaria concluído.

    A terceira etapa consistiria na instalação da cobertura e das cadeiras. Assim, o Barradão teria uns 50 mil assentos cobertos. Sabemos que os custos de operação vão aumentar, mas daqui até lá o acesso estará melhor e a média de público vai aumentar. Se a média de ocupação for de uns 25 mil torcedores por jogo, creio que já será o suficiente pra não dar prejuízo (isso sem considerar outras receitas fora a bilheteria). Galera… Deixa eu fazer uma pergunta: Quem lucrará mais: O Palmeiras com seu Estádio próprio com capacidade pra 55 mil ou o jahia com estádio alugado ganhando um valor fixo de 9 milhões/ano? Dica: a administração da arena do Grêmio vai lucrar NO MÍNIMO, segundo se estima, 24 milhões por ano SÓ COM CAMAROTES! A administração da Arena Fonte Nova NO MÍNIMO 46 milhões somando todas as rendas. Se o Novo Barradas render uns 40 milhões por ano e o Vitória tirar nos primeiros anos pelo menos uns 15 milhões já será mais vantajoso que jogar na Fonte nova.

    http://palmeirasmeumaiororgulho.blogspot.com.br/2013/03/ogigantevaidominaromundo-arena-palestra.html

    O que falta nesse momento é uma diretoria de pulso que exija a conclusão da via expressa. Meu sonho é que o metrô esteja operando nos próximos anos e tbm tenha uma estação próxima ao Barradas, além de ônibus que rodem do Barradas até a linha 2 (Oh sonho distante!). A reforma do Barradas, porém, tem que deixar de ser encarada como um sonho distante. E tem que ser reforma pra modernizar e ampliar. O ABC tem uma torcida bem menor que a nossa mas tem mais de 30 mil sócios, e um estádio que vai chegar a 30 mil lugares, segundo a wikipedia. É um estádio que supre a capacidade deles, mas não a nossa. O Barradão só não lota todos os jogos porque o time não passa confiança e porque o acesso é ruim. O problema é achar que o barradão reformado vai continuar com média de 12 mil torcedores.

    Nem vou comentar a respeito da comparação com a arena do Jacaré, com o Santos, o Vasco e o Atlético/MG. Respeito sua opinião, mas discordo. O Vasco tem finanças comprometidas e o São januário é tombado pleo IPHAN, o Atlético preferiu investir em estrutura de treinamento e plantel e a Diretoria do santos apresentou projeto de ampliação da vila Belmiro em 2007, embora criticável do ponto de vista arquitetônico

    Perdão pelo texto longo, mas queria ser o mais claro possível.

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  5. Qual será a nossa casa?

    Qual é a posição dos pré-candidatos?

    Afff!…

    Eu, Divânia Palmeira, particularmente sou a favor de uma reforma no Estádio Manoel Barradas e não em construção de uma nova Arena (pois teria gastos maiores) e piorou ainda na negociação de concessão da Arena Pituaçu (concordo que, governo nenhum teria interesse)!

    Qualquer Arena que se venha a ser construída como uma Super Nova Arena em qualquer lugar de salvador terá altos custos e a certeza do Clube ser quebrado financeiramente.

    A capacidade do nosso estádio é de 35.000 mil pessoas, e com certeza devido a uma bela reforma, poderia haver a diminuição da capacidade comportada no Barradão. Porem em jogos de decisões internacionais poderia utilizar a Arena Fonte Nova esporadicamente como fazem outros Times!

    Cadê a via expressa paralela/ barradão?
    Porque os pré-candidatos não se preocupam também com a possibilidade desta construção para a melhora do acesso dos torcedores ao Barradão?

    Apoio o projeto de modernização para o nosso Santuário.
    A reforma do Barradão será bem vinda para todos que frequentam, pois sentar no cimento e receber sol e chuva por quase 02 horas não é tão agradável assim! E é por isso e por outros motivos mais que os torcedores não frequentam assiduamente o nosso Barraquistão!

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  6. Não concordo não, se é pra se basear em projeto de outro estadio, que siga a linha do Atletico Paranaense, Corinthians ou Gremio, nunca o Frasqueirão nem casa de jacaré ISSO É PENSAR PEQUENO, loucura sair de um estadio como o barradao que ja abrigou 50 mil pessoas pra pensar em um estadio de 30, não tem nem logica. O maior problema do barradão é LOCALIZAÇÃO esse sim é O MAIOR PROBLEMA. vamos pensar grande vamos pensar em um meio de chegarmos a 50 mil socios e tentar construir uma arena que tenha capacidade de no minimo 60 mil lugares. isso sim torna um clube grande, planejamento, estrutura e parcerias pra trazer investimentos pra ganhar titulos importantes. CHEGA DE PENSAR PEQUENO

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    • Tambem não concorrdo com esse pensamento tacânho de, que, fazer uma reforma qualquer no Barradão é tudo o que podemos. Depois eu ouço as reclamações dos torcedores: ” ah, o Vitória não monta um elenco forte pra disputar a série A, tá sempre brigando pra não cair “. Claro, de onde o clube vai tirar dinheiro para montar um elenco forte o suficiente para brigar em igualdade com os grandes do Sul-Sudeste, que são apadrinhados da mídia esportiva? O ECV tem patrimônio, a unica saída para o clube alavancar suas receitas é construir uma arena moderna que lhe permita explorar várias formas de negócios além da renda com público pagante. Eu tenho certeza de que, daqui a uns 5-8 anos vamos observar um crescimento vertiginoso de clubes como: Grémio, Palmeiras, Corinthians e Internacional. Todos com uma coisa em comum, investiram na construção/reforma de NOVAS ARENAS proprias. Reformar o Barradão não seria uma alternativa tão boa devido à sua localização, mas caso seja a escolhida, que seja algo grandioso e realmente moderno. O que não podemos aceitar é que as coisas continuem como estão( sentar no chão, tomando sol e chuva, sem qualquer conforto). O surgimento da nova Arena FN e das demais Brasil a fora, obriga o ECV a evoluir também, nesse aspecto. Essa empreitada seria um grande investimento para o clube em pequeno, médio e longo prasos, basta ver as estimativas feitas por empresas especializadas sobre os faturamentos dos clubes brasileiros com suas novas arenas já nos 2 primeiros anos, entre 40 e 50 milhoes.
      A final, a reflexão que nós torcedores devemos fazer é: COMO EU POSSO QUERER QUE O VITÓRIA SEJA CONSIDERADO, PELOS ALHEIOS, UM GIGANTE SE EU MESMO O VEJO COMO INCAPAZ ?

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  7. Prezados amigos,

    Pessoalmente, gostaria de sugerir que o Vitória construísse uma “poderosa arena” como a do Grêmio e que eu tivesse dinheiro para comprar um RAV Toyota..

    A questão é: É possível ?????

    Outra questão é: Ter um estádio próprio confortável e simples (ainda que com capacidade média é sinal de pequenez) ???

    Outra questão é: Com a TV a cabo a tendência é termos públicos maiores ou menores do que no passado ???

    Qual será o preço da manutenção de um estádio rico ???

    I. O Olímpico estava situado no Bairro da Azenha em Porto Alegre com uma renda per capita de 10,73 salários (um bairro nobre).

    Imagine o valor de mercado de um estádio em bairro nobre/ com 770 vagas de estacionamento e capacidade para 80.000.

    Imaginem o Barradão encravado no meio da Graça com o Jardim Apipema.

    Qual o preço do m2 por lá ???

    Infelizmente, nosso complexo não tem o mesmo valor de mercado que o Olímpico tinha.

    Não é preconceito meu, é simplesmente a livre economia de mercado.

    II. Porto Alegre tinha uma região desabitada e a OAS, com interesse em criar um novo bairro construiu a Arena, shopping center, centro do convenções, prédios empresariais, prédios residenciais (20 edifícios com mais de 15 andares).

    Em Salvador, isso não seria possível.

    Assim, teríamos que construir um estádio em Lauro de Freitas !!!!

    III. Alguém considera o Santos “pequeno” porque reformou a Vila Belmiro (com capacidade para 16.900 !!!!! Será que é pensar pequeno imaginar um estádio com capacidade para 25.000 para o Vitória ?????

    Como eu queria ser pequeno como Santos. Aliás, meu sonho é ser minúsculo como o Santos e não grande como o poderoso Santa Cruz.

    O Vitória tem 3/ 5 jogos no ano com expectativa de público maior que essa no Brasileiro (decisão do estadual/ decisão do regional e 2 ou 3 jogos do nacional).

    Será que investimento em estádio é tão determinante assim que clubes como Flamengo/ Santos/ Cruzeiro/ Atlético/ MG e Fluminense nunca descobriram a pólvora para investirem 400 milhões para construírem um estádio.

    Ou será conversa fiada a informação de Amir Somoggi que o payback do Engenhão ocorrerá daqui a 150 anos ????

    Ora, se uma arena multi uso é tão rentável porque um século e meio para recuperar o investimento ?????

    E porque será que o Manchester abortou a idéia de aumentar a capacidade do estádio ?????

    Pessoalmente, sou a favor de fazer o que é possível com um investimento que não represente a falência do clube.

    A idéia de uma arena maior que essa é só para não admitir a hipótese de não jogar nunca na fonte nova (acho mais barato, simplesmente, jogar por lá qdo. necessário).

    Desafio qualquer um candidato a mostrar o malabarismo de se construir um super nova arena em qualquer lugar de salvador sem quebrar o clube.

    Neste contexto, os candidatos também deveriam se preocupar com a possibilidade um pequeno “acréscimo” na via expressa paralela/ barradão.

    Ela será construíra em paralelo a artêmio valente/ cortará o terreno do vitória e encontrará a rua principal em frente ao estádio lá em cima.

    Ótimo.

    Porque não ter um pequeno trecho saindo da lateral baixa do “barradas” do estacionamento do predinho próximo ao ct até a curva da via expressa em direção a artêmio valente.

    isso implicaria aterrar uma área pública ao lado dos 3 campos do ct, mas não teria extensão superior a 200 m e possibilitaria um acesso direto daquele estacionamento até a rua.

    No futuro, de construção de um estacionamento garagem no local saísse do papel, haveria condições de rápido escoamento.

    IV. E qual a média do Vitória nos últimos 10 anos ???? 30.000 ????

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    • Respeito seus argumentos, mas acho que não passa pelos seus planos o crescimento do Vitória como clube de futebol. Ou estou com a impressão errada. Eu acho que, se você quer comprar o Toyota desejado e não há dinheiro agora, você deve perseverar e ser disciplinado com seus gastos, investir em você mesmo e garantí-lo no futuro. Só que pensando deste modo, nunca vai sair do Uno Mille (isto é figura de linguagem, já que não te conheço). Comparando-se com o vizinho que tem uma Bizz…

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      • Perfeito Ricardo ! Além de tudo, algumas comparações feitas por ele são totalmente descabidas. Por exemplo: o fato de, Santos, Flamengo…etc, não optarem por investir em arenas modernas não quer dizer que estão indo no caminho certo e que o Vitória deve fazer igual, mas os clubes que optaram por esse investimento têm grandes chances de se darem muito bem num futuro bem próximo. Outra observação é, desde quando os clubes do Rio de Janeiro são exemplos de sucesso nesse campo? Fora este momento do Fluminense, estão sempre em crise e atolados em dívidas. E o Engenhão, antes mesmo de ser construido, já era tido como um elefante branco, que serviria apenas para o Pan( originalmente não foi concebido para o futebol), muito mal localizado e que servio apenas para super faturamento. O problema é que muitos de nós brasileiros , ainda são muito atrasados e só entendem os etádios, exclusivamente, como palcos de jogos, mas para quem sabe fazer negócios, são, realmente verdadeiras minas de ouro. Basta ver os faturamentos dos clubes europeus com suas arenas, sendo que a renda dos jogos representa apenas 1/4 da receita anual gerada. A maior parte do lucro com arenas vem dos eventos, da concessão do nome do estádio, estacionamentos, restaurantes, turismo de negócios…etc.

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  8. Olá pessoal, belo texto, eu só acho que a média citada de 12 mil por jogo, é discutível pois já tivemos uma média bem melhor com 19 mil na segunga divisão o que me faz crer que um bom time em campo elevaria facilmente estes números. Eu sou um entusiasta do Barradão e defendo um bom projeto de modernização para o nosso Santuário. Sabendo que o custo de manutenção de um estádio próprio é considerável, não podemos abrir mão dos jogos em que o apelo de público é maior, sob pena de inviabilizar o nosso patrimônio que é motivo do nosso maior orgulho. Esse foi o argumento usado no passado pelos que eram contra o Barradão! O maior exemplo de que essa prática é nociva é justamente o citado vascão. Jogar na Fonte
    Nova, é ir na contramão da nossa recente história. Espero que essa influenciável diretoria não cometa mais essa loucura.

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  9. Em primeiro lugar, quero lhe dar parabéns pela iniciativa de fomentar um debate sobre o que considero ser a questão mais relevante para o ECV( “onde mandarei meus jogos futuramente?”). Contudo, preciso esclarecer que considero o texto, onde vc propõe que o clube se espelhe em outros estádios minúsculos e atrasados como modelo de arena, além de diminuir a capacidade de mobilização de torcedores do Vitória( nossa torcida terá sempre 12.000 por partida? ) , uma declaração de que o ECV é mesmo pequeno. Eu penso que o ECV deveria tentar sim a possibilidade de construir uma arena multi-uso aos moldes da Fonte Nova. Mesmo que não seja tão luxuosa, mas que seja melhor localizada e mais confortável que o Barradão, e por que não dizer: com uma capacidade compatível com a taxa de crescimento da torcida rubro-negra, constatado nesses ultimos 10 anos . Não se trata apenas de vaidade ou mania de grandeza, mas sim de visão de futuro de longo praso, já que a aquisição de um novo patrimônio moderno e versátil, poderia permitir ao Vitória competir em igualdade com clubes do eixo Rio-São Paulo na hora de montar elencos fortes para disputar títulos nacionais e internacionais. Quanto ao que vc disse sobre ser muito caro e de retorno incerto, cito-lhe um bom exemplo contrário: o estádio de Durban (palco da copa da África do Sul), onde, simplismente, não ocorreram mais jogos depois da Copa , além de se bancar, dá lúcro a empresa que o administra, servindo como palco para grandes eventos e como ponto turistico de negócios. Não estou sugerindo que o clube construa algo desse porte, mas que tente imitar a ideia. Não dá para ficar esperando que a mídia esportiva, finalmente, olhe para o Nordeste, o que se deve fazer é buscar formas inteligentes de aumentar receita, o que significa encarar o futebol como um negócio, pois é o que ele de fato representa nos dias de hoje.

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  10. Eu discordo sobre “média histórica de 12 mil”

    Em Primeiro lugar, essa média não era 12 mil… ela cresceu bastante ao longo dos anos… me lembro claramente que a média no final da década de 90 era de 8 mil.

    Bom, o estádio é ultrapassado, mas o acesso e a localização o são mais ainda.

    Se tivermos um estádio melhor, com conveniência no acesso e principalmente um time que corresponda em campo nossa média irá crescer muito.

    Então não podemos pensar pequeno…

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  11. Concordo com a opinião sobre a Fonte Nova. Mas acho que deveríamos ser mais ousados quanto ao que devemos nos espelhar. Reformar o Barradão para parecer a Arena do Jacaré? Eu sei que papo de candidato é sempre recheado de utopia. Só que um pouquinho de ousadia não faz mal a ninguém. A Fonte Nova não deve ser nosso destino, mas sim o nosso parâmetro. E é salutar essa comparação. A direção do ECV está conformada com nossas bundas no cimento e sol e chuva nas nossas cabeças. E está praticando a omissão de conveniência. Parabéns por estimular este debate.

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